O Líder dos Sonhos

Idéias sobre Autoconhecimento e Liderança

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Graham Bell, o charlatão?

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"Será que alguém vai atender?"

"Será que alguém vai atender?"

Veja este relato, escrito pelo educador DeRose:

“Desde bem jovem o cientista Graham Bell começou a trabalhar no projeto que o imortalizaria: o telefone. E, como sempre acontece, pagou caro por isso.

“Bell queria casar-se com uma jovem. Certo dia o pai da donzela mandou chamar o pretendente à sua casa e humilhou-o de todas as formas, acusando-o de ser um vagabundo, dizendo que não trabalhava, que não tinha futuro, que era um João Ninguém e que se persistisse com a intenção de casar-se com sua filha, deveria abandonar aquelas idéias malucas de inventar um tal de telefone e arranjar um emprego.

“Graham Bell não podia perder tempo com emprego, já que agasalhava um ideal muito maior. Ele tinha objetivo e sabia o que queria. Sabia que era possível transmitir a palavra pelos fios telefônicos, coisa tida na época como quimera. Ele sofria muita necessidade, passava muita fome e não tinha roupas decentes para cortejar sua eleita. Às vezes, alguma boa alma o convidava para jantar e isso era o que o mantinha vivo.

“Trabalhando dia e noite, certo dia conseguiu fazer o telefone funcionar. Aquele jovem acabara de inventar o aparelho de comunicação que um século depois estaria em todas as residências e empresas do mundo! Mas… o inesperado ocorreu. Um concorrente invejoso, querendo para si os direitos da descoberta, conseguiu convencer a opinião pública de que Graham Bell era um charlatão e o legítimo inventor do telefone foi processado. Durante o julgamento foi insultado e ultrajado. Os jornais o chamaram de vigarista e charlatão. Ele foi coberto de vergonha e exprobração.

“Como consolo, no final de muito sofrimento, Graham Bell ganhou a questão judicial e teve o seu nome limpo”.

Por isso, meu amigo, mantenha-se firme!

Written by Nilzo Andrade

21/05/2009 at 7:21 am

Médico pioneiro do cateterismo é obrigado a abandonar a cardiologia

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Não sei se você já se deu conta, mas toda vez que algum vanguardeiro lança uma nova idéia, acabamos oferecendo resistência. É como uma vontade inconsciente que temos de evitar a mudança. Em alguns casos, acabamos condenando o descobridor do novo paradigma ao ostracismo. Por vezes, realmente acabamos com a vida da pessoa.

Leia esta caso contado pelo meu amigo DeRose sobre o médico alemão criador do cateterismo:

“Werner Forssman, nasceu em Berlim a 20 de agosto de 1904. Formou-se em medicina em 1928. Desenvolveu uma teoria que ninguém aceitava: a de que seria possível introduzir uma sonda por via intravenosa e conduzi-la até o interior do coração, sem matar o paciente. Obviamente, não poderia usar cadáveres, pois já estavam mortos. Tentou autorização dos seus superiores no hospital para levar a efeito a experimentação em algum paciente. É claro que não foi autorizado. Então, não podendo utilizar cobaias humanas, usou o seu próprio corpo.

“Cortou uma veia do braço e introduziu um cateter (a pronúncia correta é catetér e não catéter) e foi empurrando-o até que atingiu o órgão cardíaco. Para provar que havia conseguido e que tal procedimento não matava o paciente, foi até a sala de raios-x e, sob os protestos dos colegas, bateu uma chapa. Era incontestável! Ninguém poderia questionar sua descoberta que viria a salvar tantas vidas no mundo inteiro. Sua recompensa? Foi tão punido, criticado e atacado que teve de abandonar a cardiologia!

“Durante mais de duas décadas não era convidado para nada e se ousasse comparecer a algum congresso tinha que sofrer o constrangimento de ser apontado pelos seus pares como um indesejável. Após 25 anos de humilhações e exclusões, finalmente, o reconhecimento. Em 1956, recebeu o Prêmio Nobel de Medicina”.

Por sorte, ele foi reconhecido com o prêmio. Mas imagine quanta força de vontade e determinação ele deve ter tido para suportar 25 anos de exclusão? Será que nós teríamos a mesma coragem de manter a convicção num caso destes?

Encare este fato como uma vacina. Se você for um inovador, um criador, uma pessoa que estabelece novos paradigmas, tenha a certeza absoluta de que enfrentará muita resistência. Para enfrentar este fato, desenvolva coragem.

Trabalhe o corpo para enfrentar a crise

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Veja como o SwáSthya Yôga pode ser um aliado para vencer a crise.

Conheça mais em http://www.uni-yoga.org e no blog do DeRose.

Written by Nilzo Andrade

20/04/2009 at 8:09 am

Qual é a sua tribo?

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Qual a sua tribo? Eu diria que várias. Do trabalho, da família, da arte, da cultura, dos amigos, dos hobbies, dos esportes. Estamos sujeito a estas e a tantas outras. Elas nos moldam, influenciando nosso vocabulário, nosso modo de vestir, nosso sucesso e inclusive nossa expectativa de vida (faça parte da tribo dos obesos-fumantes-sedentários-depressivos, dos traficantes ou dos homens-bomba e você verá quantos anos viverá).

Saber disso é importante por dois motivos: para ter mais sucesso em seu negócio e para ter uma qualidade de vida melhor.

Para o primeiro dos motivos, recomendo conhecer o trabalho do Seth Godin. Ele é o autor do blog de marketing mais popular do mundo. Publicou bestsellers na mesma área e lançou recentemente o livro Tribes.

Seth Godin sabe tomar leite na caixinha sem se babar.

O cara é sensacional. Consegue, neste livro, mostrar como as pessoas buscam significado nas coisas que consomem. Queremos fazer parte de uma tribo, mesmo que seja usar chapéu vermelho com vestido azul.

Para o segundo, recomendo conhecer o trabalho do DeRose. Um dos maiores autores brasileiros, com mais de 20 livros escritos, redigiu o livro mais de Yôga mais completo do mundo, o Tratado de Yôga.

 

DeRose já escreveu mais de 20 livros.

DeRose já escreveu mais de 20 livros. Se pudesse, nem dormiria só para escrever mais.

 

Ele escreveu sobre tribos, mas dando um nome mais erudito: egrégora. Quando duas ou mais pessoas unem-se com um objetivo, aí está formada uma egrégora ou tribo.

E isso é muito útil para viver anos produtivos e felizes a mais, pois ao escolher uma tribo para fazer parte, faça perguntas do tipo: 1) como estão as pessoas com 20 ou 30 anos a mais do que eu? Estão saudáveis?; 2) como estão seus relacionamentos? Têm amizades longas? Têm relações afetivas estáveis?

Afinal, quem quer um líder que não conheça sobre como formar tribos e que vá morrer logo? 

Written by Nilzo Andrade

24/03/2009 at 6:21 am